Faço parte do povo que prefere comida simples, do que comida cara e chique

Relato de um rapaz que viaja conhecendo restaurantes e bares.

Um rapaz tem a profissão que muitas pessoas desejariam ter. Ele fica encarregado de visitas bares e restaurantes e isso em muitas vezes é divertidíssimo.

A maior diversão dele é transformar pratos caríssimos em uma alimentação de fácil acesso para o grande público e para isso ele usa ingredientes sazonais.

Quando o rapaz em questão vai em lugares que oferecem alimentação ele sempre pede pratos clássicos e mais fáceis de fazer. No ponto de vista dele se o local não sabe elaborar o básico, não vale a pena experimentar o resto das opções oferecidas pelo estabelecimento.

Ele acredita que não se pode simplesmente virar as costas a séculos de tradição e optar apenas por novidades. Ele faz um questionamento para saber o que faz uma pessoa mais feliz. Ele quer saber se é a espuma do cogumelo ou a textura do mesmo?

Ele conclui pedindo para que as pessoas respeitem os ingredientes ou uma hora ou outra isso se voltará contra nós.

O rapaz ainda pergunta se esse povo de ambiente sofisticado sabe fazer uma galinha, pois uma galinha malfeita é uma galinha morta sem razão. Atualmente se tornou complicado encontrar um delicioso prato simples de comida. O povo foi criado a base de bife, feijão e arroz.
Por qual motivo isso não é encontrado com facilidade nos restaurantes? O rapaz que visita muitos restaurantes afirma que poucos lugares oferecem comida típica de maneira bacana e agradável.

Agora, quando você não tem intimidade com nada, e passa a fazer cozinha de autor, entra em território perigoso. Tem que ter base, pois sem isso não se chega a lugar nenhum. Simples assim. Cozinheiro sem base não tem nada a dizer.

Ele ainda deu dois exemplos e classificou um como ruim e outro como bom. Ao falar do bom ele se refere a Rapahael Despirite.

Ele diz que o rapaz junto com sua jovialidade e uma ótima formação tem consigo uma tradição francesa na família de mais de 50 anos. A partir disso ele desenvolve uma maneira inteligente e concisa de cozinhar. Ele usa a tradição e a técnica de um modo harmonioso.
Depois ele deu o exemplo ruim e se referiu a Leonardo Botto do La Frontera. Ele disse que ao chegar lá consumiu um terrível ceviche. Ele também reclamou do pudim e disse que o mesmo estava talhado. “Eu quero é feijão com arroz”, finaliza.

Repercussão na web

O assunto teve grande repercussão na web e se tornou muito comentado quando aconteceu. Recentemente o caso veio à tona novamente e revivido por alguns usuários das redes sociais.

Muitos internautas se mostraram interessados pela história e os comentários mostram que eles adoraram as imagens.

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Escrito por Paulo Da Silva

Adoro escrever sobre curiosidades e notícias diversas. Curioso por natureza, amante de internet e tecnologia. Contato: [email protected]