Mulher é confundida com assaltante, foge da polícia e acaba presa

Dois policiais deram ordem para que ela parasse, com dúvida e sem saber que a ordem era para ela, Cibele acelerou o carro ignorando totalmente a ordem dos policiais.

 

Cibele universitária e moradora de Guarulhos na grande São Paulo, estava em seu carro dirigindo em direção a clínica de sua mãe, quando percebeu que dois policiais em duas motos deram ordem para que ela parasse, com dúvida e sem saber que a ordem era para ela, Cibele acelerou o carro ignorando totalmente a ordem dos policiais.

Então começou uma perseguição policial, Cibele conta que não parou o carro por medo do que podia acontecer, pois ela acabava de passar por um banco e presenciou um assalto e tiros, então na tentativa de correr e tentar chegar logo na clínica da mãe, os policiais entenderam que ela seria um dos bandidos que participou do assalto ao banco e estaria tentando fugir.

Nessa fuga Cibele conta que por várias vezes os policiais tentaram tombar o carro dela e um deles até bateu com a viatura na lateral do carro dela, com a intenção de prensá-la em um poste, ao chegar e estacionar em frente à clínica de repouso da mãe as câmeras de segurança flagraram toda ação dos policiais.

No vídeo é possível ver que ao parar um dos policiais dava socos na porta para que ela abrisse e descesse do carro, mas a moça conta que no momento era impossível, pois devido a batida que havia sofrido como das viaturas que perseguia a porta entortou impossibilitando ela de sair do carro.

Quando Cibele finalmente conseguiu sair pelo lado do passageiro, já havia mais de três viaturas policiais acertando, nisso os policiais aí mobilizaram algemaram a moça e a levou para delegacia, ela ainda conta que depois que chegou a delegacia ela ainda ficou mais de uma hora algemada dentro do carro da polícia.

No boletim de ocorrência realizado pela polícia militar foi registrado que Cibele estaria dirigindo na velocidade acima do permitido e desobedecendo a ordem policial que era de parar, tornando assim a perseguição possível.

Sobre as agressões as marcas ainda estão na pele da moça e as marcas das algemas também que foram usadas sem motivos segundo ela. A irmã de Cibele é advogada e vê falhas na ação policial, pois segundo ela em momento algum os policiais pediram a documentação do veículo e nem de Cibele ou pediram para revistar o carro como de costume, fazer em uma abordagem policial.

Cibele agora quer entender o porquê de tudo e tentar evitar que outras pessoas passem pelo mesmo que ela, e disse que os policiais precisa saber diferenciar um cidadão comum e trabalhador de um assaltante e bandido.

 

 

 

 

Escrito por Redatora S Silva

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